Se você tem medo do amor, então, do que você tem coragem?

 A frase dita em um determinado momento por Edgar a Desirée, personagens do livro Garoto de Ipanema, nos ensina lições de maturidade, destino e de viver de forma leve e feliz. 


Amar é um ato revolucionário. Ele traz à tona todos os obstáculos físicos e inconscientes da nossa esfera. 

Demonstrar é um ato de coragem. 

Porque o dizer não exige muito esforço. 

Mas se o idealizamos em todas as coisas ou em alguém, como poderemos ter coragem para amar se há algo tão vago e líquido escorrendo pelas sementes da razão, mas sem a emoção que tanto se preza para florescer?


Ainda não descobrimos a potência do amor. Nem sobre tudo, tampouco em todas as formas. Ainda somos inteiramente fadados a tentar replicar conceitos que achamos ser o correto. Embora, em toda a verdade sempre há de questionar. 

A maturidade exige isso.

Questionar até a última gota expelida pela palavra dita é esclarecedor. É interessante saber que esse olhar do questionar está presente nos porquês iniciais da infância. Mas quando será que a gente se perde e falha nessa chance de dizer e perguntar o que se pensa?


Olhos e bocas atentos. Tudo têm significados, desde a cor da boca até o que se evapora no olhar. 

Principalmente você mulher, seja menina, garota crescida ou indo muito mais além do gênero (aqui não indicando o sexo). 

É difícil imaginar se envolver pelo amor, mas é necessário. É uma brincadeira que envolve erros e acertos e muitas tentativas, que frustram, mas, em algum momento tudo dá certo.


Mesmo que no final não haja o feliz para sempre, sendo essa uma moral bem mais realista, sem ser amarga ou cruel. A vida só embala. 

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Link Garoto de Ipanema.



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